segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Trânsitos

Rafaela Sena
Corpus, 
Técnica: Colagem
2014.


A transitoriedade, as relações de poder nos espaços públicos/privados e o deslocamento pela cidade atribuem ao corpo marcas de contínua agregação. Todos os dias somos contaminados pelo ‘outro’, e o corpo é um espelho das relações de domínio deste ‘outro’.
Assim, nos fragmentamos entre o corpo que se desloca na cidade compartilhado com outras identidades e o corpo íntimo, recluso, vigiado.A feminilidade aqui ganha contornos grotescos.