sábado, 14 de setembro de 2013

Um não sei-quê de amor



De repente
Lá vem ele de novo
O amor
Eterna procissão.
Joga-me na correnteza
Chego ao oceano
Invado abismos
Tropeço em relva florida
Durmo na rua
Acordo no céu
Ouço rock
Danço valsa.
E tudo que sinto
É incompreensível...
Abstrato...
Fora de mim...
Tudo que sinto é isto,

Um não sei-quê de amor.

2 comentários:

  1. Boa tarde Rafaela.. o amor deixa muitos de nós assim.. perdidos em nós mesmos nunca entendendo nem percebendo quando ele bater a porta querendo entrar.. tenha um lindo dia

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  2. Ola Rafaela, muito interessante essa mistura de sentimentos, esse liquidificador dentro nós, chamado amor. Que venha sempre, um amor puro !

    http://gagopoetico.blogspot.com.br/

    Fique sempre na paz !
    Dan.

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